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Na terça-feira (07/06), O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF) após sua 2ªnd Turma de Juízes restabeleceu decisão que afastou do cargo Fernando Francischini, aliado do governo. Francischini foi eleito Deputado Federal, mas em outubro de 2021, foi afastado do cargo por divulgar fake news a respeito do processo eleitoral. No entanto, na quinta-feira (02/06), o ministro do STF, Nunes Marques, tomou uma decisão monocrática e permitiu que Francischini retomasse seu cargo. Então, alguns dias depois, os 2nd Turma reverteu decisão de Nunes e manteve o veredicto de outubro, levando o presidente a criticar os juízes, principalmente Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Edson Fachin, a quem chamou de “marxista-leninista”. Na segunda-feira (06/06), Bolsonaro já havia criticado Fachin, dizendo que o ministro deu decisões favoráveis a Lula e agora está à frente do TSE atuando para eleger o ex-presidente de forma “inaceitável”.
Além disso, na terça-feira (07/06), O presidente Jair Bolsonaro acusou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de ter descumprido pontos de um acordo costurado pelo ex-presidente Michel Temer, após atos praticados em 7 de setembroth do ano passado. Temer intermediou uma conversa entre os dois com o objetivo de tentar estabelecer uma trégua no conflito institucional entre Executivo e Judiciário. Em nota divulgada após o pronunciamento do presidente, Temer diz que “não havia condições” e “nem deveria haver”, porque se tratava de “um gesto conjunto de boa vontade (…)”.



