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Uma nova resolução, publicada no Diário Oficial nesta quarta-feira (01/06) permitirá que policiais militares da reserva remunerada – atualmente cerca de 10.000 mil – solicitem a guarda de armas de fogo pertencentes ao Estado do Rio. Eles poderão solicitar as armas nos batalhões mais próximos de suas residências e poderão receber além da pistola até três carregadores e pelo menos 50 cartuchos de munição. Esta medida será respaldada por um procedimento de controle, a cada quatro anos: o policial será convocado pela Direção de Veteranos e Pensionistas (DVP) e terá que passar por instrução sobre armas e armas de fogo, além de inspeção sanitária. Esta medida não é apoiada por unanimidade e especialistas na segurança pública estão preocupados. Robson Rodrigues, Coronel reformado da Polícia Militar, antropólogo e pesquisador do Laboratório de Análise da Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) aponta sua preocupação de que mais armas sejam colocadas nas ruas, o que pode gerar problemas de controle. Ele também questiona o gasto da medida: essas armas são pagas pela sociedade para policiais que hoje estão fora do circuito de trabalho.



