Uma greve nacional de caminhoneiros está sendo organizada em todo o Brasil, com anúncios indicando um possível início na quinta-feira, 19 de março de 2026, às 18h., principalmente em resposta ao recente aumento de 12% nos preços do diesel, para cerca de R$ 6.80 por litro. A greve deverá ser confirmada após reunião marcada para hoje no Porto de Santos. Ganhou apoio de lideranças de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Goiás, Paraná e Rio Grande do Sul, lideradas por figuras como Wallace Landim (Chorão) da Abrava.
Acionadores de chave
O aumento dos preços do diesel, anunciado pela Petrobras em 13 de março, apesar das medidas governamentais para conter a alta dos combustíveis, é o principal fator., reduzindo a rentabilidade dos caminhoneiros autônomos que arcam com todas as despesas operacionais. Outras exigências incluem um aumento de 10 a 12% nas tarifas de frete para compensar os custos e uma fiscalização mais rigorosa dos valores mínimos de frete pela ANTT.
Impacto Regional no Rio de Janeiro e São Paulo
Líderes do Rio de Janeiro e de São Paulo confirmaram a adesão ao esforço nacional, o que pode causar transtornos logísticos em portos e rodovias importantes, como a Via Dutra., que já sofreu bloqueios no passado. Interrupções na cadeia de suprimentos podem afetar alimentos, combustíveis e a distribuição de mercadorias nas áreas metropolitanas, espelhando a escassez nacional de 2018.
Riscos de segurança
As ações iniciais podem envolver recusas voluntárias em aceitar cargas antes de bloqueios totais. Caso o movimento ganhe força, é de se esperar bloqueios de estradas, escassez de combustível e preços abusivos.Tal cenário poderia aumentar os riscos de agitação civil, saques ou crimes oportunistas em meio a compras de pânico. As respostas governamentais, incluindo a fiscalização do transporte de cargas e cortes no preço do combustível pelo ICMS (Sistema Integrado de Gestão de Transportes), ainda estão em discussão, mas não foram confirmadas.
Recomendações
- Os clientes deveriam Acompanhe as atualizações de notícias
- Evite locais de protesto como portos e rodovias
- Preparar planos de contingência para interrupções no fornecimento



