Um site fraudulento imitando o Poupatempo está enganando usuários para que paguem por consultas de carteira de identidade. Uma mulher de 54 anos foi enganada por um link falso que reproduzia a aparência do site oficial. Ela pagou R$ 24 duas vezes antes de perceber que o serviço era gratuito. As vítimas correm o risco de perdas financeiras e roubo de dados. O Poupatempo alerta o público para que agende apenas pelos canais oficiais e nunca pague por consultas.
Este conteúdo é apenas para assinantes
Para desbloquear este conteúdo, assine Relatórios INTERLIRA.
04 / 04 / 2025 - Na sexta-feira (04/04), uma mulher foi filmada defecando em um muro baixo na Ponta da Praia, em Santos, com as fezes caindo em uma rampa pública que dá acesso à areia. O ato, considerado obsceno, ocorreu em plena luz do dia, próximo ao Deck do Pescador, e foi presenciado por transeuntes. A mulher, acompanhada de um homem, deixou o local imediatamente. A Guarda Municipal não foi acionada.
04 / 04 / 2025 - Um motociclista foi preso por tráfico de drogas na noite desta sexta-feira (04/04) no bairro Aparecida. Segundo a Polícia Militar, ele tentou fugir de uma patrulha tática dirigindo na contramão, acabando por se acidentar ao tentar atravessar o canteiro central da Avenida Mário Covas Júnior. Os policiais encontraram cocaína e maconha em um saco plástico dentro de sua mochila. O suspeito admitiu que entregava drogas por telefone. Durante a prisão, ele teria oferecido R$ 5,000 para evitar a prisão.
09 / 04 / 2025 - Na quarta-feira (09/04), um homem de 32 anos foi preso após furtar um item de uma loja de conveniência Oxxo, localizada na Praça Washington, no bairro José Menino. Ele tentou pagar com um cartão recusado e saiu da loja.
10 / 04 / 2025 - A Polícia Civil deflagrou nesta quinta-feira (10/04) uma grande operação contra as facções criminosas PCC e CV em Santos, Praia Grande e zona oeste do Rio de Janeiro. As investigações revelaram um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou cerca de R$ 6 bilhões em um ano por meio de bancos digitais e empresas de fachada. Os recursos foram usados para comprar armas, drogas e manter o controle de territórios em disputa. As autoridades descreveram a operação como a maior já realizada contra ambos os grupos.



