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O processo de Comando de Defesa Cibernética do Exército adquiriu pela primeira vez uma ferramenta que permite a extração de dados de telefones celulares, sistemas em nuvem dos dispositivos e registros públicos armazenados em redes sociais como Twitter, Facebook e Instagram.
A ferramenta adquirida é normalmente usado pela Polícia Civil, Polícia Federal, Instituto Nacional de Criminalística e Ministério Público como forma de acessar dados, inclusive bloqueados, de celulares apreendidos em decisões de busca expedido pela Justiça.
O processo de os documentos contratuais feitos para a unidade do Exército não especificam quais celulares seriam acessados ou qual a base legal é para este tipo de acesso a dados privados.



